A vereadora relata audiência pública com médicos de diversas especialidades sobre possíveis riscos de terapias hormonais em crianças e adolescentes, incluindo impactos circulatórios, ósseos e neurológicos.
Afirma que o debate foi técnico e defende que o tema possa ser discutido sem intimidação ou rótulos, tanto para profissionais quanto para parlamentares.
Sustenta que a Casa deve garantir espaço para questionamentos sobre políticas públicas de saúde, preservando a liberdade de expressão e o contraditório.