Durante a discussão sobre a regulamentação da atividade, foi questionada a pressa na votação de um novo substitutivo, com críticas à exigência de vínculo obrigatório a empresas e à excessiva delegação à regulamentação posterior.
Defendeu-se maior autonomia aos profissionais, inclusive a possibilidade de atuação independente ou por meio de cooperativas, especialmente em áreas onde o serviço auxilia na segurança de mulheres em trajetos noturnos. Também foi cobrada isonomia na proteção, com a ampliação de seguros obrigatórios não apenas para passageiros, mas também para entregadores, evitando que a legislação trate vidas com pesos diferentes.