A vereadora alerta para riscos de retrocessos no debate sobre o aborto e critica tanto a banalização do tema quanto discursos que criminalizam mulheres.
Defende que se trata de uma questão complexa, marcada por dor e sofrimento, especialmente em casos de violência.
Afirma que o projeto discutido não amplia hipóteses legais, mas propõe acolhimento e acompanhamento psicológico.
Também destaca a importância de informar sobre alternativas previstas em lei, como a entrega legal para adoção.
Por fim, pede mais sensibilidade e ponderação, afastando extremos ideológicos e priorizando o cuidado com mulheres e famílias.