Parlamentar denuncia que a aplicação da Súmula 73 tem levado à cassação de chapas e à inelegibilidade de mulheres candidatas consideradas “fictícias” por baixa votação, ausência de recursos ou limitações na campanha, sustentando que casos reais — como gravidez, doença na família e falta de apoio partidário — estão sendo desconsiderados, gerando punições severas sem comprovação de fraude e criando tratamento mais rigoroso às mulheres do que aos homens